RESUMO PARA A PROVA DE HISTÓRIA REINO FRANCO

August 18, 2017

 

TEXTO DE REVISÃO PARA A PROVA DE HISTÓRIA  PROF. DANIEL MOTA 2° TRIMESTRE 2017.

 

O QUE É DINASTIA

  • A palavra dinastia tem origem no termo grego dynasteia, que significa poder, senhorio e comando.

  • Dinastia é o período de sucessão, que reis e rainhas, pertencentes a uma mesma família, permanecem no poder.

O REINO DOS FRANCOS

  • A palavra franco vem do alemão antigo frekkr e significa forte, ousado ou corajoso.

  • O Reino dos Francos é a raiz histórica dos atuais países França e Alemanha.

DINASTIAS FRANCOS

  • Estado franco formou-se e expandiu-se sob o governo de duas dinastias.

  • Merovíngios século V a século VIII;

  • Carolíngios século VIII a século IX;

DINASTIA MEROVÍNGIOS 486 d.C – 751 d.C

  • Meroveu foi o fundador lendário da dinastia merovíngia de reis francos.

  • O primeiro Rei foi Clóvis. 

  • Dinastia dos Reis Merovíngios século V a VIII;

  • Responsáveis pela unificação dos francos e pela formação do reino franco;

  • O termo "merovíngio"  vem do latim que significa "filhos de meroveu".

  • Aliança estabelecida entre o rei e a Igreja Católica Romana. 

DINASTIA MEROVÍNGIOS 486 d.C – 751 d.C

  • Clóvis, neto de Meroveu, venceu os alamanos, os burgúndios e os visigodos, ampliando fronteiras do reino.

  • No final do século V, os francos já dominavam  grande parte da Europa central.

  • A importância de Clóvis aumentou quando ele se converteu ao cristianismo, em 496, depois de derrotar os alamanos.

  • A conversão, conquistou total apoio de condes cristãos  e bispos da Gália.

FIM DA DINASTIA MEROVÍNGIA

  • A morte de Clóvis, em 511, o Reino Franco foi dividido entre seus quatro filhos

  • Os reis deste período ficam conhecidos como os “reis débeis”.

  • Em 628, Dagoberto I subiu ao trono  e determinou que os reis francos teriam um único sucessor.

  • Dagoberto I, que foi responsável pela reunificação do reino e  foi o último Rei Dinastia Merovíngia morrendo em 639.

  • Em 743, foi coroado o último rei merovíngio, Childerico III.

TRANSIÇÃO DOS MEROVÍNGIOS PARA OS CAROLÍNGIOS

  • A transição dos merovíngios para os carolíngios deu-se através da ascensão do administrador  do palácio, Pepino de Heristal.

  • Pepino de Heristal, tornou o cargo hereditário e passou-o a seu filho Carlos Martel.

  • Carlos Martel notabilizou-se por vencer os árabes, em 732, na batalha de Poitiers, detendo a invasão muçulmana na região central da Europa.

  • O filho de Carlos Martel, Pepino, o Breve, depôs Childerico III,  e assumiu o trono e fez-se  aclamar rei.

DINASTIA CAROLÍNGIA: 751 - 987

 

PEPINO, O BREVE 751 – 768

 

  • Pepino, o Breve,  iniciou-se uma nova dinastia, a dos carolíngios, nome derivado de Carolus (Carlos, em latim).

  • Expulsão dos lombardos da Península Itálica.

  • Doação para a Igreja (Patrimônio de São Pedro).

  • Apoio da Igreja.

  • Proteção da Igreja pelo mundo.

O IMPÉRIO DE CARLOS MAGNO (768 – 814)

  • Carlos Magno assumiu o trono em 768

  • Carlos Magno, é considerado o mais importante rei dos francos.

  • Destacou-se por conquistas militares e pela organização administrativa implantada nos territórios sob seu domínio.

  • Organizou um exército forte.

  • Fez de seus soldados grandes proprietários de terras.

  • Expandiu as fronteiras do reino.

  • Construídas fortalezas e igrejas.

  • Obrigava os povos a converterem-se ao cristianismo.

  • Expandiu o cristianismo por todo o império.

  • No ano 800, em Roma, na noite de Natal, Carlos Magno foi coroado imperador pelo papa Leão III.

SACRO IMPÉRIO ROMANO-GERMÂNICO - CARLOS MAGNO  CAROLÍNGIO

 

INVESTIMENTOS  DE  CARLOS MAGNO

  • Investiu na cultura.

  • Investiu  na educação.

  • Investiu na administração do império.

  • Preservou a cultura greco-romana.

  • Investiu na construção Igrejas e Catedrais.

  • Criou um novo sistema monetário.

  • Estimulou o desenvolvimento das artes.

  • Desenvolveu o Renascimento Carolíngio. 

CARLOS MAGNO E A REFORMA EDUCACIONAL

  • Carlos Magno tinha pouca instrução e por tal motivo investiu na educação.

  • Aprendeu a ler e a escrever em latim.

  • Valorizou o ensino, promovendo a sua difusão em todo o império.

  • Queria funcionários instruídos para ler os textos oficiais, que eram redigidos em latim.

 

Referências Bibliográficas

 

AZEVEDO, Gislane; SERIACOPI, Reinaldo. História: projeto teláris. São Paulo: Ática, 2016. 7º Ano. Idade Média e Idade Moderna.

BOULOS JÚNIOR, Alfredo. Sociedade e cidadania. São Paulo: FTD, 2015. Coleção História. (6º, 8º, 9º ano)

BRAICK, Patrícia Ramos.  MOTA, Myriam Becho.  História: das cavernas ao terceiro milênio. 1,2 e 3 série, Ensino Médio, Ed. Moderna. São Paulo: Moderna, 2013.

 

Material desenvolvido para auxiliar as aulas de Filosofia do Prof. Daniel Mota www.osargonautas.com.br

 

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